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Vida de rico...
A estudante de Administra��o Nicole*, de 21 anos, estar� daqui a algumas horas desmaiada no quarto 231 do Hospital Alvorada, na zona sul de S�o Paulo, com a sua cal�a Gucci suja de v�mito e com um cateter na veia por meio do qual ela receber� altas quantidades de glicose para rebater o efeito do excesso de �lcool. Nicole mal ir� se lembrar de, no espa�o de horas, ter fumado dois cigarros de maconha, tomado um ecstasy na forma de cora��o e outro na forma das orelhas do Mickey Mouse, bebido uma garrafa inteira de champanhe M�et et Chandon e ter feito sexo com dois garotos que nunca viu na vida.
�Comigo tem que ser assim mesmo. Tudo aos extremos�, diz a garota, filha de um conhecido empres�rio do ramo t�xtil. �Gosto de dar para um monte de caras, de misturar Prozac com champanhe, de cheirar coca�na at� meu nariz sangrar. E n�o me importo com a sua opini�o moralista, t�pica da classe m�dia. Tenho dinheiro suficiente para n�o me preocupar com voc� ou com mais ningu�m. A minha felicidade est� na minha conta banc�ria�, dizia ela ao rep�rter enquanto se preparava para a balada.
Nicole faz parte de uma gera��o escancaradamente fr�vola e preconceituosa, formada por filhos de gente muito rica. � a �Gera��o $�, como eles gostam de se definir. T�m a vida inteira pela frente e nenhuma preocupa��o com assuntos que assombram outras pessoas, como falta de dinheiro ou necessidade de escolha de uma profiss�o para ganhar a vida. N�o h� limites para eles. O que mais querem � curtir a juventude com o que acham que t�m direito, incluindo drogas, sexo e uma boa dose de sentimento de superioridade.
�Eu sou o tipo de pessoa que os pobres e a classe m�dia odeiam porque posso torrar R$ 5 mil em um vestido para usar apenas uma vez e depois encost�-lo no arm�rio�, diz Nicole ao rep�rter. �N�o consigo ficar assistindo tev� em casa ou trabalhando em algum escrit�rio est�pido na frente de um computador. Estou acima disso tudo. O dinheiro dos meus pais me possibilita curtir a vida sem preocupa��es e sem falsos moralismos�.
Enquanto fala da vida, Nicole manda o motorista do seu Mercedes preto se apressar. O rel�gio Armani no pulso, avaliado em R$2 mil, avisa que j� passa das 23h e todos seus amigos devem estar esperando furiosos na frente da Disco � conhecida como a balada mais cara e restrita de S�o Paulo, no bairro de Vila Ol�mpia, zona Sul da cidade. � s�bado � noite, e a noite de S�o Paulo nem imagina o que Nicole e seus endinheirados colegas v�o aprontar.
�Demorei porque a besta da empregada esqueceu de passar a minha cal�a Gucci�, brinca a garota com os amigos ao descer do carro. �Definitivamente n�o d� para confiar em pessoas de cabelo pixaim.� Fernanda, filha de um banqueiro que mora no Rio de Janeiro e que mant�m apartamento em S�o Paulo para temporadas, ri escandalosamente da observa��o da amiga Nicole. Al�m de compartilhar da vis�o do mundo, as duas s�o fisicamente parecidas. Morenas, baixinhas e superproduzidas. �Empregada � uma droga mesmo�, diz a carioca de 20 anos que largou recentemente a faculdade de Publicidade e ainda n�o decidiu o qu� estudar� a seguir. Ela veste um modelito exclusivo assinado pelo estilista Alexandre Herchcovitch. �Todas as empregadas s�o ignorantes. � por isso que elas t�m de ganhar sal�rio m�nimo.�
Fernanda est� acompanhada de mais tr�s meninas que aparentam ter a mesma idade e de dois garotos j� mais velhos, com mais ou enos 25 anos. Todos t�m pais ilustres � duas s�o filhas de empres�rios bem ucedidos, a outra � herdeira de um fazendeiro do interior paulista, o aroto loiro � filho de pol�tico. Apenas um deles � uma inc�gnita. Seu nome � Carlos, e sua origem nunca foi colocada em discuss�o pelos colegas. �Um dia apareceu do nada em uma balada, dirigindo um Porshe Boxter e com muitos ecstasys no bolso. N�o precisou explicar de onde vem para ser inclu�do na turma� explica Nicole.
A fila na frente da Disco come�a a aumentar, mas uma nota R$ 50 na m�o do seguran�a � o suficiente para que Nicole e seus amigos a furem. A entrada custa R$ 70 para homens e R$ 35 para mulheres, mas eles desembolsam mais R$100 cada um apenas para ter direito a sentar em uma mesa. �Somos VIP�s, merecemos tratamento diferenciado�, diz Fernanda, enquanto abre uma garrafa de champanhe M�et et Chandon � a primeira de sete que ser�o consumidas na noitada.
Ali na mesa, fica mais f�cil para Carlos disfar�ar uma carreira de coca�na que prepara na frente de todo mundo. Os amigos brincam que ele tem o nariz nervoso, n�o consegue ficar um dia sequer longe do p�. Fernanda percebe o gesto e corre para filar um pouco da droga enquanto Nicole, do outro lado da balada, amassa a roupa cuidadosamente escolhida com um rapaz mais velho que acabara de encontrar. Dias depois, procurada pela reportagem da AOL, a dire��o da Disco, por meio da assessoria de imprensa, diria que os clientes pegos com drogas no interior da casa s�o colocados para fora.
Depois de duas horas e R$ 890 gastos em bebidas, o grupo decide deixar a balada e procurar algum outro lugar para terminar a noite. Ou melhor, para come��-la de fato. �Vamos para a minha casa, hoje n�o tem ningu�m l�, meus pais est�o viajando�, sugere Fernanda. �Podemos comprar umas bebidas, ligar para uns amigos e fazer a festa l� mesmo. Com quantas pessoas ser� que eu vou transar hoje?�
A id�ia de Fernanda at� que foi comportada para os seus padr�es. Da �ltima vez que convidou os amigos para ir at� a sua casa no Jardim Lusit�nia � uma mans�o na zona Sul de S�o Paulo com tr�s salas, sete quartos, duas cozinhas, um p�tio que se derrama na parte dos fundos com a piscina, uma ed�cola destinada aos h�spedes dos donos da casa e, num canto, um canil, abrigo de tr�s c�es, dois deles bel�ssimos huskies siberianos �, ela pagou tr�s prostitutas e dois garotos de programa para animar a reuni�o. De outra vez, fez uma vaquinha e comprou 100 gramas de coca�na. Tudo foi consumido na mesma noite. Os amigos da garota contam que ela, numa das baladas que deu, fez sexo com tr�s amigos de inf�ncia na piscina, ao mesmo tempo, enquanto os vizinhos viam e ouviam tudo.
S�o quase tr�s horas da madrugada e as pajeros, mercedes e BMW�s come�am a se enfileirar na porta do n�mero 482. Em pouco tempo, h� cerca de 25 jovens no local. Todos da turma s�o muito parecidos � os garotos vestem camisa de algum estilista famoso e caro, Herchcovitch, Sommer ou Haten, e cal�a jeans igualmente exclusiva, mas que pare�a estar bem suja. J� as meninas s� usam preto, sempre de marca estrangeira, e n�o desgrudam de suas bolsas Louis Vuitton abarrotadas de ecstasys, maconha e, eventualmente, camisinhas.
Fuma�a de charuto e m�sica eletr�nica tomam conta da sala principal da mans�o de dois andares. Para deixar as meninas mais �soltinhas�, os garotos preparam um drink especial com vodca, suco em p� light e comprimidos de ecstasy picados em pedacinhos microsc�picos. Quando elas se derem conta, j� estar�o dan�ando coladinhas e dando beijos calientes umas nas outras, no meio da sala decorada com uns poucos m�veis antigos, de estilo europeu.
Para a maioria delas, n�o faz a menor diferen�a saber se tomaram drogas misturadas � bebida porque a inten��o � ficar doidas mesmo. �Essas garotas a� est�o loucas para dar�, aponta o estudante de Administra��o Thom�s, de 22 anos, herdeiro de um m�dico famoso e amigo de longa data de Fernanda. �A �nica coisa que elas t�m para fazer na vida � gastar o dinheiro da fam�lia. As mais novas, ali�s, s�o as mais danadas. Eu, por exemplo, transei com muita menininha filha de �sei-l�-quem� dentro do meu Civic ou em banheiros de baladas. J� �tracei� muitas Lolitas Pilles por a�.
Thom�s se refere � escritora francesa de 19 anos, que chocou o mundo ao descrever tudo o que se passa no mundinho milion�rio de Paris no seu livro de estr�ia, Hell. A tradu��o em portugu�s chegou � livrarias do Brasil no final de 2003 e vem ocupando lugar de destaque nas prateleiras das livrarias. Nascida em ber�o de ouro e patricinha assumida, Lolita Pille passou boa parte de sua vida torrando o dinheiro dos pais nas lojas mais caras da capital francesa, desrespeitando regras de tr�nsito, enchendo a cara em hot�is de luxo e dan�ando at� de manh� nas boates da moda.
Quando se cansou da farra, a garota escreveu 224 p�ginas denunciando a sua gera��o da forma mais crua poss�vel. A galera endinheirada de Paris n�o perdoou. Lolita Pille passou a ser barrada nas baladas VIP�s. "A 200 km/h pelas ruas de Paris, onde n�o � bom caminhar quando estamos no volante, misturamos �lcool com coca�na e coca�na com ecstasy", escreve. "Eu sou um produto da Think Pink Generation. Minha cren�a: seja bela e consuma. Sou a musa do deus 'Apar�ncia', sob o altar do qual eu queimo alegremente todo m�s o equivalente ao seu sal�rio".
Os relatos de Lolita poderiam muito bem ter sido escritos pela paulistana Nicole, pela amiga Fernanda, ou por qualquer uma das meninas que dan�am e se beijam sem blusa na sala de estar da casa de piso de m�rmore claro do bairro paulistano de Jardim Lusit�nia. �Entrei numa boate aos 14 anos e nunca mais sai�, confessa a escritora francesa em Hell, numa de suas muitas tiradas infanto-niilistas. �De qualquer maneira, o que fazemos � vergonhoso. (...) E da�? � voc� quem paga a conta? Enfim, por hora est� bom para mim. Minha �nica preocupa��o � o vestido que vou usar hoje...�
O uso de drogas na mans�o de Fernanda � t�o disseminado que at� cinzas de cigarro chegam a ser confundidas com coca�na. Num canto da sala, tr�s caras dividem uma pedra de ice, droga sint�tica, derivada da anfetamina, que parece um cubo de gelo, sem se importar com a presen�a de um estranho, o rep�rter da AOL. Noutro, duas adolescentes que n�o aparentam ter mais de 15 anos cheiram B-25, ou cloreto de metileno, mais conhecido como cola de acr�lico. E isso sem falar nas c�psulas de efedrina, de efeito estimulante, oferecidas como se fossem balas de goma.
Nicole, ent�o, j� usou e abusou de tudo nesta festa. E mesmo assim ela ainda quer mais. Em uma s� tacada, engole dois comprimidos de ecstasy que estavam jogados em cima da bancada americana, plantada no meio da espa�osa cozinha principal, toda equipada com eletrodom�sticos em a�o inox. Um comprimido � rosa na forma de cora��o e o outro azul na forma das orelhas do personagem Mickey Mouse. �T� bem, t� bem, ainda t� s�bria�, balbucia, pouco antes de trope�ar em uma cadeira e cair estatelada no ch�o.
Dois caras levantam Nicole e carregam o seu corpo praticamente inanimado para uma das su�tes do primeiro andar da casa. � o quarto dos pais de Fernanda. Nicole acorda e puxa os dois garotos desconhecidos para a cama, tira as cal�as e come�a a fazer sexo sem se preocupar com os olhares curiosos dos que est�o olhando pela porta aberta. O show n�o dura muito tempo � minutos depois, Nicole levanta correndo e tenta chegar at� o banheiro. Em v�o. Ela acaba vomitando em cima de um dos garotos, no piso de m�rmore. Vomita tanto que sai at� bile.
�S�rio que eu fiz tudo isso mesmo?�, perguntaria Nicole mais tarde, enquanto deixava o quarto 231 do Hospital Alvorada. O bra�o direito at� d�ia de tanta glicose que foi injetada na sua veia. Com olheiras enormes, sua amiga Fernanda s� tinha for�as para responder afirmativamente com a cabe�a. �Que saco! Eu sempre apago nos melhores momentos. Mas tudo bem, semana que vem tem mais. F�, voc� tem certeza que n�o foi um plantonistazinho de merda que e atendeu? Porque esses residentes n�o sabem de nada, ganham uma merreca...
N�o posso ser atendida por um imbecil qualquer.�
Poww... podiam fazer o que quisessem... mas ouvir musica eletronica... poww
Vixe... link original, por favor... s� pra ver a confiabilidade da fonte.
� quase inacredit�vel 
Afffffffff q nojo dessa hist�ria, por mim quero q se exploda esse tipo de gente, q v�o continuar sempre com sua vidazinha mediocre, s� esnobando os outros e se matando.......tsc tsc tsc � uma pena mesmo..... 
Essa gente, eu gostava (gostava? N�o... adorava) que um dia apanhassem uma bela duma overdose e fossem cos porcos.
Porqu�?
N�o � pelo facto de passarem a noite pedrados, a terem sexo tresloucado com tudo e todos.
N�o � pelo facto de vestirem as roupas mais caras, de terem motorista que os leva � discoteca.
N�o � pelo facto de terem "direito" a tratamento VIP, de poderem disfrutar dos seus fuminhos, dos seus p�zinhos, enquanto um "p�-rapado" qualquer � colocado p'ra fora.
Ent�o... porqu�?
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| �Demorei porque a besta da empregada esqueceu de passar a minha cal�a Gucci�, brinca a garota com os amigos ao descer do carro. �Definitivamente n�o d� para confiar em pessoas de cabelo pixaim.� Fernanda, filha de um banqueiro que mora no Rio de Janeiro e que mant�m apartamento em S�o Paulo para temporadas, ri escandalosamente da observa��o da amiga Nicole. Al�m de compartilhar da vis�o do mundo, as duas s�o fisicamente parecidas. Morenas, baixinhas e superproduzidas. �Empregada � uma droga mesmo�, diz a carioca de 20 anos que largou recentemente a faculdade de Publicidade e ainda n�o decidiu o qu� estudar� a seguir. Ela veste um modelito exclusivo assinado pelo estilista Alexandre Herchcovitch. �Todas as empregadas s�o ignorantes. � por isso que elas t�m de ganhar sal�rio m�nimo.� |
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| Apenas um deles � uma inc�gnita. Seu nome � Carlos, e sua origem nunca foi colocada em discuss�o pelos colegas. �Um dia apareceu do nada em uma balada, dirigindo um Porshe Boxter e com muitos ecstasys no bolso. N�o precisou explicar de onde vem para ser inclu�do na turma� explica Nicole. |
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| �S�rio que eu fiz tudo isso mesmo?�, perguntaria Nicole mais tarde, enquanto deixava o quarto 231 do Hospital Alvorada. O bra�o direito at� d�ia de tanta glicose que foi injetada na sua veia. Com olheiras enormes, sua amiga Fernanda s� tinha for�as para responder afirmativamente com a cabe�a. �Que saco! Eu sempre apago nos melhores momentos. Mas tudo bem, semana que vem tem mais. F�, voc� tem certeza que n�o foi um plantonistazinho de merda que e atendeu? Porque esses residentes n�o sabem de nada, ganham uma merreca... N�o posso ser atendida por um imbecil qualquer.� |
Tem um rapzinho que fala:
"se for pra atirar de perto, atire nos pleibois...se for pra matar de perto...que mate os pleibois..."
Algo assim...
�s vezes eu naum tenho nada contra esse rap, mesmo porque pleibois e patis pra mim nem fedem nem xeram, eu curto gente humilde...
Naum consigo me dar bem gente que soh conta vantagem ou que gosta de se exibir...

� isso q d� n�o ter sonho, objetivo, finalidade na vida. Vira um in�til vazio q se preenche com coisas mais in�teis. Se tirar as drogas e as roupinhas oq fica? um nada, v�cuo, um ser inexistente e in�til q com certeza ia definhar em depress�o por falta d vida e drogas p tampar isso, hahaha.
N�o serve nem como figura decorativa pq desperta nojo.
Tipo d gente q n�o vale a pena nem se pensar ou debater o assunto...
Ps: nao sei se o caso � verdadeiro ou n�o, realmente e dificil d acreditar, mas eu conhe�o pessoas assim, infelizmente mais d uma.
noooooossssssssssaaaa
unxi pow! q nd... cada um na sua! se a guria q pegar 10 notas de 100 reais! fazer um bolinho cilindrico de dinheiro e enfiar naquele lugar... deixa ela uai! cada um na sua... eu mesmo acho um absurdo, e como falou NicklessGuy... s�o pessoas vazia, tenho at� pena delas no futuro, ser�o um bando de empresarios perturbados(se chegarem at� lah neh...)!
e de fato eh um absurdo q eles sejam t�o preconceituosos... mais num pudia esperar outro comportamento desse tipo de gente...
mai nossa! eu at� topava participar de uma festa dessa! =P~ sem hipocrizia! qual o macho aqui q num queria ir pra pelo menos uma festinha dessa! mt mul� afim de farria! musica eletronica! e sem gastar um tust�o...
ah lira!
precisa desse link naum pow... saiu uma repostagem na veja sobre duas garotas nos EUA q s�o bem desse tipo...
elas s�o herderias de uma das maiores redes de hoteis de nova york(poquin dinheiro...) mai a veja num fez uma reportagem t�o pesada! mais da entender q o tipo eh o mesmo... se eu encontrar a veja q tem essa repostagem eu aviso...
aff nem hehe eu num iria pra uma festa dessa naum na moral... galera 100 no�aum v�o se f*od*r, krai num vou desejar nada mas essas poha pode morrer q num v�o fazer falta...
tae o link original da mat�ria
http://noticias.aol.com.br/revista/...apa_baladas.pdf
N�o tenho palavras 
q piada...
e o mais engra�ado � ouvir algumas pessoas falarem "ah...mas n�o pode bater nos filhos pq eles fikam traumatizados..."
hahahaha...........manda essa minina pra ir morar com uma tia minha (fuz tah ligado kem eu to falando)......pra ela ver oq � bom pra vida hahahaha....
isso eh da cria��o....se eu fizesse 0.0000000000000000000000001% do q esse povo faz....meu pai, minha m�e ou ateh mesmo meu irm�o me matava.
hahaha...
buuuu!! pra essa nicole e sua turma! 
curtir a vida pra ela � dar o rabo e se encher de droga q legal... 
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| Originally posted by orange4 buuuu!! pra essa nicole e sua turma! ![]() curtir a vida pra ela � dar o rabo e se encher de droga q legal... |
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| Originally posted by bzcfuzileiro aff nem hehe eu num iria pra uma festa dessa naum na moral... galera 100 no�aum v�o se f*od*r, krai num vou desejar nada mas essas poha pode morrer q num v�o fazer falta... |
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| Originally posted by zeeeeh mas as vezes eh bom fazer umas merdas assim... num precisa parar no hospital... mas pode quebrar uns tabus pow... custa nd =D e vale a pena... |
putz na boa nao to me preocupando com isso.. oq eu qria � ter tanto dinheiro e sexo quanto essas putas mas eu dispenso a parte de drogas,prepotencia,burrice e outras cositas...heheh esse artigo eu vi postado no rraurl...tem outro tb q depois eu posto aqui q vi la tb ...la � uma boa fonte,...hehehe
porra ser rico e gastar sua grana dessa forma!!??burrice! � claro que se vc � rico acaba fazendo as vezes loucuras com tanto dinheiro, mas pra ela isso � simplesmente uma filosofia de vida, ela faz isso por pura luxuria, arrogancia etc..
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| Originally posted by orange4 porra ser rico e gastar sua grana dessa forma!!??burrice! � claro que se vc � rico acaba fazendo as vezes loucuras com tanto dinheiro, mas pra ela isso � simplesmente uma filosofia de vida, ela faz isso por pura luxuria, arrogancia etc.. |
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| Originally posted by NicklessGuy � isso q d� n�o ter sonho, objetivo, finalidade na vida. Vira um in�til vazio q se preenche com coisas mais in�teis. Se tirar as drogas e as roupinhas oq fica? um nada, v�cuo, um ser inexistente e in�til q com certeza ia definhar em depress�o por falta d vida e drogas p tampar isso, hahaha. N�o serve nem como figura decorativa pq desperta nojo. Tipo d gente q n�o vale a pena nem se pensar ou debater o assunto... Ps: nao sei se o caso � verdadeiro ou n�o, realmente e dificil d acreditar, mas eu conhe�o pessoas assim, infelizmente mais d uma. |
Eu n�o tenho pena nem d� nem nojo. O dinhero � dela, faz o que quiser. Quer dar igual uma vadia, beleza. Quer cheirar at�, vai cherar. O que � paia � ficar chingando os outros como a empregada por exemplo. Eu sei que se eu tivesse dinhero a rodo, n�o entrava numa turma dessas. Essas meninas deve ter mais doen�a que puta de R$3. Cada pessoa � feliz dum jeito, essa menina � feliz do jeito dela. Claro que com o passar do tempo ou ela acaba com essa vida ou essa vida acaba com ela.
Po, eu mesmo curto tomar uns gole, ficar mto doido com as paradas, mas putz nem chega aos p�s do que essa menina faz. � como o Zeh disse, extrapolar as vezes faz bem.
Essas festas dela s� rola putaria e drogas e tal. Se fosse filha minha, eu no minimo cortaria a mesada. Esse pessoal � igual �s pessoas que eles criticam, s�o putinhas com sobrenome que se prostituem �s drogas. O maior sofrimento pra elas nem seria uma overdose, seria o papai perder o dinehro todo. Ai os "amigos" iam nem querer saber mais dela. Em 1 mes ela suicidava.
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| Originally posted by Furel Eu n�o tenho pena nem d� nem nojo. O dinhero � dela, faz o que quiser. Quer dar igual uma vadia, beleza. Quer cheirar at�, vai cherar. O que � paia � ficar chingando os outros como a empregada por exemplo. |
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| Originally posted by Furel Eu n�o tenho pena nem d� nem nojo. O dinhero � dela, faz o que quiser. Quer dar igual uma vadia, beleza. Quer cheirar at�, vai cherar. O que � paia � ficar chingando os outros como a empregada por exemplo. Eu sei que se eu tivesse dinhero a rodo, n�o entrava numa turma dessas. Essas meninas deve ter mais doen�a que puta de R$3. Cada pessoa � feliz dum jeito, essa menina � feliz do jeito dela. Claro que com o passar do tempo ou ela acaba com essa vida ou essa vida acaba com ela. Po, eu mesmo curto tomar uns gole, ficar mto doido com as paradas, mas putz nem chega aos p�s do que essa menina faz. � como o Zeh disse, extrapolar as vezes faz bem. Essas festas dela s� rola putaria e drogas e tal. Se fosse filha minha, eu no minimo cortaria a mesada. Esse pessoal � igual �s pessoas que eles criticam, s�o putinhas com sobrenome que se prostituem �s drogas. O maior sofrimento pra elas nem seria uma overdose, seria o papai perder o dinehro todo. Ai os "amigos" iam nem querer saber mais dela. Em 1 mes ela suicidava. |
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A parte FDP dela � achar que � melhor do que os outros pq tem dinheiro.
Agora... o que vcs fariam se fossem ela?
Eu ia pra Europa uma vez por m�s em alguma festinha maneira!!!
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