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aquarius_kasuia
tranceaddict



Registered: Nov 2003
Location: Campinas, São Paulo
Vida de rico...

A estudante de Administração Nicole*, de 21 anos, estará daqui a algumas horas desmaiada no quarto 231 do Hospital Alvorada, na zona sul de São Paulo, com a sua calça Gucci suja de vômito e com um cateter na veia por meio do qual ela receberá altas quantidades de glicose para rebater o efeito do excesso de álcool. Nicole mal irá se lembrar de, no espaço de horas, ter fumado dois cigarros de maconha, tomado um ecstasy na forma de coração e outro na forma das orelhas do Mickey Mouse, bebido uma garrafa inteira de champanhe Möet et Chandon e ter feito sexo com dois garotos que nunca viu na vida.

“Comigo tem que ser assim mesmo. Tudo aos extremos”, diz a garota, filha de um conhecido empresário do ramo têxtil. “Gosto de dar para um monte de caras, de misturar Prozac com champanhe, de cheirar cocaína até meu nariz sangrar. E não me importo com a sua opinião moralista, típica da classe média. Tenho dinheiro suficiente para não me preocupar com você ou com mais ninguém. A minha felicidade está na minha conta bancária”, dizia ela ao repórter enquanto se preparava para a balada.

Nicole faz parte de uma geração escancaradamente frívola e preconceituosa, formada por filhos de gente muito rica. É a “Geração $”, como eles gostam de se definir. Têm a vida inteira pela frente e nenhuma preocupação com assuntos que assombram outras pessoas, como falta de dinheiro ou necessidade de escolha de uma profissão para ganhar a vida. Não há limites para eles. O que mais querem é curtir a juventude com o que acham que têm direito, incluindo drogas, sexo e uma boa dose de sentimento de superioridade.

“Eu sou o tipo de pessoa que os pobres e a classe média odeiam porque posso torrar R$ 5 mil em um vestido para usar apenas uma vez e depois encostá-lo no armário”, diz Nicole ao repórter. “Não consigo ficar assistindo tevê em casa ou trabalhando em algum escritório estúpido na frente de um computador. Estou acima disso tudo. O dinheiro dos meus pais me possibilita curtir a vida sem preocupações e sem falsos moralismos”.

Enquanto fala da vida, Nicole manda o motorista do seu Mercedes preto se apressar. O relógio Armani no pulso, avaliado em R$2 mil, avisa que já passa das 23h e todos seus amigos devem estar esperando furiosos na frente da Disco – conhecida como a balada mais cara e restrita de São Paulo, no bairro de Vila Olímpia, zona Sul da cidade. É sábado à noite, e a noite de São Paulo nem imagina o que Nicole e seus endinheirados colegas vão aprontar.

“Demorei porque a besta da empregada esqueceu de passar a minha calça Gucci”, brinca a garota com os amigos ao descer do carro. “Definitivamente não dá para confiar em pessoas de cabelo pixaim.” Fernanda, filha de um banqueiro que mora no Rio de Janeiro e que mantém apartamento em São Paulo para temporadas, ri escandalosamente da observação da amiga Nicole. Além de compartilhar da visão do mundo, as duas são fisicamente parecidas. Morenas, baixinhas e superproduzidas. “Empregada é uma droga mesmo”, diz a carioca de 20 anos que largou recentemente a faculdade de Publicidade e ainda não decidiu o quê estudará a seguir. Ela veste um modelito exclusivo assinado pelo estilista Alexandre Herchcovitch. “Todas as empregadas são ignorantes. É por isso que elas têm de ganhar salário mínimo.”

Fernanda está acompanhada de mais três meninas que aparentam ter a mesma idade e de dois garotos já mais velhos, com mais ou enos 25 anos. Todos têm pais ilustres – duas são filhas de empresários bem ucedidos, a outra é herdeira de um fazendeiro do interior paulista, o aroto loiro é filho de político. Apenas um deles é uma incógnita. Seu nome é Carlos, e sua origem nunca foi colocada em discussão pelos colegas. “Um dia apareceu do nada em uma balada, dirigindo um Porshe Boxter e com muitos ecstasys no bolso. Não precisou explicar de onde vem para ser incluído na turma” explica Nicole.

A fila na frente da Disco começa a aumentar, mas uma nota R$ 50 na mão do segurança é o suficiente para que Nicole e seus amigos a furem. A entrada custa R$ 70 para homens e R$ 35 para mulheres, mas eles desembolsam mais R$100 cada um apenas para ter direito a sentar em uma mesa. “Somos VIP’s, merecemos tratamento diferenciado”, diz Fernanda, enquanto abre uma garrafa de champanhe Möet et Chandon – a primeira de sete que serão consumidas na noitada.

Ali na mesa, fica mais fácil para Carlos disfarçar uma carreira de cocaína que prepara na frente de todo mundo. Os amigos brincam que ele tem o nariz nervoso, não consegue ficar um dia sequer longe do pó. Fernanda percebe o gesto e corre para filar um pouco da droga enquanto Nicole, do outro lado da balada, amassa a roupa cuidadosamente escolhida com um rapaz mais velho que acabara de encontrar. Dias depois, procurada pela reportagem da AOL, a direção da Disco, por meio da assessoria de imprensa, diria que os clientes pegos com drogas no interior da casa são colocados para fora.

Depois de duas horas e R$ 890 gastos em bebidas, o grupo decide deixar a balada e procurar algum outro lugar para terminar a noite. Ou melhor, para começá-la de fato. “Vamos para a minha casa, hoje não tem ninguém lá, meus pais estão viajando”, sugere Fernanda. “Podemos comprar umas bebidas, ligar para uns amigos e fazer a festa lá mesmo. Com quantas pessoas será que eu vou transar hoje?”

A idéia de Fernanda até que foi comportada para os seus padrões. Da última vez que convidou os amigos para ir até a sua casa no Jardim Lusitânia – uma mansão na zona Sul de São Paulo com três salas, sete quartos, duas cozinhas, um pátio que se derrama na parte dos fundos com a piscina, uma edícola destinada aos hóspedes dos donos da casa e, num canto, um canil, abrigo de três cães, dois deles belíssimos huskies siberianos –, ela pagou três prostitutas e dois garotos de programa para animar a reunião. De outra vez, fez uma vaquinha e comprou 100 gramas de cocaína. Tudo foi consumido na mesma noite. Os amigos da garota contam que ela, numa das baladas que deu, fez sexo com três amigos de infância na piscina, ao mesmo tempo, enquanto os vizinhos viam e ouviam tudo.

São quase três horas da madrugada e as pajeros, mercedes e BMW’s começam a se enfileirar na porta do número 482. Em pouco tempo, há cerca de 25 jovens no local. Todos da turma são muito parecidos – os garotos vestem camisa de algum estilista famoso e caro, Herchcovitch, Sommer ou Haten, e calça jeans igualmente exclusiva, mas que pareça estar bem suja. Já as meninas só usam preto, sempre de marca estrangeira, e não desgrudam de suas bolsas Louis Vuitton abarrotadas de ecstasys, maconha e, eventualmente, camisinhas.

Fumaça de charuto e música eletrônica tomam conta da sala principal da mansão de dois andares. Para deixar as meninas mais “soltinhas”, os garotos preparam um drink especial com vodca, suco em pó light e comprimidos de ecstasy picados em pedacinhos microscópicos. Quando elas se derem conta, já estarão dançando coladinhas e dando beijos calientes umas nas outras, no meio da sala decorada com uns poucos móveis antigos, de estilo europeu.

Para a maioria delas, não faz a menor diferença saber se tomaram drogas misturadas à bebida porque a intenção é ficar doidas mesmo. “Essas garotas aí estão loucas para dar”, aponta o estudante de Administração Thomás, de 22 anos, herdeiro de um médico famoso e amigo de longa data de Fernanda. “A única coisa que elas têm para fazer na vida é gastar o dinheiro da família. As mais novas, aliás, são as mais danadas. Eu, por exemplo, transei com muita menininha filha de ‘sei-lá-quem’ dentro do meu Civic ou em banheiros de baladas. Já ‘tracei’ muitas Lolitas Pilles por aí.

Thomás se refere à escritora francesa de 19 anos, que chocou o mundo ao descrever tudo o que se passa no mundinho milionário de Paris no seu livro de estréia, Hell. A tradução em português chegou à livrarias do Brasil no final de 2003 e vem ocupando lugar de destaque nas prateleiras das livrarias. Nascida em berço de ouro e patricinha assumida, Lolita Pille passou boa parte de sua vida torrando o dinheiro dos pais nas lojas mais caras da capital francesa, desrespeitando regras de trânsito, enchendo a cara em hotéis de luxo e dançando até de manhã nas boates da moda.

Quando se cansou da farra, a garota escreveu 224 páginas denunciando a sua geração da forma mais crua possível. A galera endinheirada de Paris não perdoou. Lolita Pille passou a ser barrada nas baladas VIP’s. "A 200 km/h pelas ruas de Paris, onde não é bom caminhar quando estamos no volante, misturamos álcool com cocaína e cocaína com ecstasy", escreve. "Eu sou um produto da Think Pink Generation. Minha crença: seja bela e consuma. Sou a musa do deus 'Aparência', sob o altar do qual eu queimo alegremente todo mês o equivalente ao seu salário".

Os relatos de Lolita poderiam muito bem ter sido escritos pela paulistana Nicole, pela amiga Fernanda, ou por qualquer uma das meninas que dançam e se beijam sem blusa na sala de estar da casa de piso de mármore claro do bairro paulistano de Jardim Lusitânia. “Entrei numa boate aos 14 anos e nunca mais sai”, confessa a escritora francesa em Hell, numa de suas muitas tiradas infanto-niilistas. “De qualquer maneira, o que fazemos é vergonhoso. (...) E daí? É você quem paga a conta? Enfim, por hora está bom para mim. Minha única preocupação é o vestido que vou usar hoje...”

O uso de drogas na mansão de Fernanda é tão disseminado que até cinzas de cigarro chegam a ser confundidas com cocaína. Num canto da sala, três caras dividem uma pedra de ice, droga sintética, derivada da anfetamina, que parece um cubo de gelo, sem se importar com a presença de um estranho, o repórter da AOL. Noutro, duas adolescentes que não aparentam ter mais de 15 anos cheiram B-25, ou cloreto de metileno, mais conhecido como cola de acrílico. E isso sem falar nas cápsulas de efedrina, de efeito estimulante, oferecidas como se fossem balas de goma.

Nicole, então, já usou e abusou de tudo nesta festa. E mesmo assim ela ainda quer mais. Em uma só tacada, engole dois comprimidos de ecstasy que estavam jogados em cima da bancada americana, plantada no meio da espaçosa cozinha principal, toda equipada com eletrodomésticos em aço inox. Um comprimido é rosa na forma de coração e o outro azul na forma das orelhas do personagem Mickey Mouse. “Tô bem, tô bem, ainda tô sóbria”, balbucia, pouco antes de tropeçar em uma cadeira e cair estatelada no chão.

Dois caras levantam Nicole e carregam o seu corpo praticamente inanimado para uma das suítes do primeiro andar da casa. É o quarto dos pais de Fernanda. Nicole acorda e puxa os dois garotos desconhecidos para a cama, tira as calças e começa a fazer sexo sem se preocupar com os olhares curiosos dos que estão olhando pela porta aberta. O show não dura muito tempo – minutos depois, Nicole levanta correndo e tenta chegar até o banheiro. Em vão. Ela acaba vomitando em cima de um dos garotos, no piso de mármore. Vomita tanto que sai até bile.

“Sério que eu fiz tudo isso mesmo?”, perguntaria Nicole mais tarde, enquanto deixava o quarto 231 do Hospital Alvorada. O braço direito até dóia de tanta glicose que foi injetada na sua veia. Com olheiras enormes, sua amiga Fernanda só tinha forças para responder afirmativamente com a cabeça. “Que saco! Eu sempre apago nos melhores momentos. Mas tudo bem, semana que vem tem mais. Fê, você tem certeza que não foi um plantonistazinho de merda que e atendeu? Porque esses residentes não sabem de nada, ganham uma merreca...
Não posso ser atendida por um imbecil qualquer.”



Poww... podiam fazer o que quisessem... mas ouvir musica eletronica... poww

Old Post Mar-27-2004 04:07  Brazil
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Lira
Ancient BassAddict



Registered: Nov 2001
Location: Brasilia, Brazil



Vixe... link original, por favor... só pra ver a confiabilidade da fonte.

É quase inacreditável


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Old Post Mar-27-2004 04:30  Brazil
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*Nati*
Supreme tranceaddict



Registered: Nov 2003
Location: São Paulo, Brasil

Afffffffff q nojo dessa história, por mim quero q se exploda esse tipo de gente, q vão continuar sempre com sua vidazinha mediocre, só esnobando os outros e se matando.......tsc tsc tsc é uma pena mesmo.....


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*Lady Nati*

Old Post Mar-27-2004 05:53  Brazil
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nettwerk
Coming back for more!



Registered: Jul 2002
Location: the artist formerly known as The Darklord

Essa gente, eu gostava (gostava? Não... adorava) que um dia apanhassem uma bela duma overdose e fossem cos porcos.
Porquê?
Não é pelo facto de passarem a noite pedrados, a terem sexo tresloucado com tudo e todos.
Não é pelo facto de vestirem as roupas mais caras, de terem motorista que os leva à discoteca.
Não é pelo facto de terem "direito" a tratamento VIP, de poderem disfrutar dos seus fuminhos, dos seus pózinhos, enquanto um "pé-rapado" qualquer é colocado p'ra fora.
Então... porquê?

quote:
“Demorei porque a besta da empregada esqueceu de passar a minha calça Gucci”, brinca a garota com os amigos ao descer do carro. “Definitivamente não dá para confiar em pessoas de cabelo pixaim.” Fernanda, filha de um banqueiro que mora no Rio de Janeiro e que mantém apartamento em São Paulo para temporadas, ri escandalosamente da observação da amiga Nicole. Além de compartilhar da visão do mundo, as duas são fisicamente parecidas. Morenas, baixinhas e superproduzidas. “Empregada é uma droga mesmo”, diz a carioca de 20 anos que largou recentemente a faculdade de Publicidade e ainda não decidiu o quê estudará a seguir. Ela veste um modelito exclusivo assinado pelo estilista Alexandre Herchcovitch. “Todas as empregadas são ignorantes. É por isso que elas têm de ganhar salário mínimo.”


1) Será que serem os meninos e as meninas do papá, por terem mais dinheiro qu'eu alguma vez verei na vida, isso lhes dá automaticamente o direito de espezinhar todos os que, ao invés, têm de trabalhar para terem o seu sustento, não são sanguessugas da família, não se interessam por quaisquer tipo de droga?

quote:
Apenas um deles é uma incógnita. Seu nome é Carlos, e sua origem nunca foi colocada em discussão pelos colegas. “Um dia apareceu do nada em uma balada, dirigindo um Porshe Boxter e com muitos ecstasys no bolso. Não precisou explicar de onde vem para ser incluído na turma” explica Nicole.


2) Basicamente, é preciso conduzir algo de Porsche para cima e ter pastilhas & afins para ser "carta branca" no seio do grupo... o que implica duas coisas: há que ser rico, e há que ser drogado.

quote:
“Sério que eu fiz tudo isso mesmo?”, perguntaria Nicole mais tarde, enquanto deixava o quarto 231 do Hospital Alvorada. O braço direito até dóia de tanta glicose que foi injetada na sua veia. Com olheiras enormes, sua amiga Fernanda só tinha forças para responder afirmativamente com a cabeça. “Que saco! Eu sempre apago nos melhores momentos. Mas tudo bem, semana que vem tem mais. Fê, você tem certeza que não foi um plantonistazinho de merda que e atendeu? Porque esses residentes não sabem de nada, ganham uma merreca...
Não posso ser atendida por um imbecil qualquer.”


3) Mesmo que tenha estado à beira da morte, o que importa é que p'rá semana vira o disco e toca o mesmo... mais dança, mais droga, mais sexo, mais uma ida ao hospital... e os paizinhos nem podem dizer nada, porque depois têm de aturar uma birra da filha a dizer que ele não a ama, que é um fascista, etc, etc, etc... E mesmo numa cama, não s'esquecem de mandar mais porrada em quem trabalha... e quem trabalhou p'ra lhe salvar a vida. Mal-agradecidos? Eu, por mim, deixava-os agoniar, lentamente... até ouvir as suas vozes quase surdas a implorar por favor... miseráveis.

Em resumo, é esta gente que acaba por dar mau nome ao trance, que dizem que é música de drogados, música da pastilha... sinceramente, cada vez mais dou graças aos céus de ter nascido pobre. Antes pobre que arruinar a minha saúde.
Não sou muito de desejar mal a alguém... mas oxalá que sintam agonia. Oxalá que venham a pagar pela decadência moral que são as suas noitadas.


___________________


No, I'm not aplz.

Old Post Mar-27-2004 13:04  Portugal
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PlasticSoul
I know you love me too.



Registered: Aug 2003
Location: Brasília - DF

Tem um rapzinho que fala:

"se for pra atirar de perto, atire nos pleibois...se for pra matar de perto...que mate os pleibois..."

Algo assim...
Às vezes eu naum tenho nada contra esse rap, mesmo porque pleibois e patis pra mim nem fedem nem xeram, eu curto gente humilde...
Naum consigo me dar bem gente que soh conta vantagem ou que gosta de se exibir...


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Soundcloud: Anthony Aquino
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Old Post Mar-27-2004 17:29  Brazil
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NicklessGuy
Coisinha Tosca da Mamãe



Registered: Dec 2002
Location:

É isso q dá não ter sonho, objetivo, finalidade na vida. Vira um inútil vazio q se preenche com coisas mais inúteis. Se tirar as drogas e as roupinhas oq fica? um nada, vácuo, um ser inexistente e inútil q com certeza ia definhar em depressão por falta d vida e drogas p tampar isso, hahaha.
Não serve nem como figura decorativa pq desperta nojo.

Tipo d gente q não vale a pena nem se pensar ou debater o assunto...

Ps: nao sei se o caso é verdadeiro ou não, realmente e dificil d acreditar, mas eu conheço pessoas assim, infelizmente mais d uma.

Old Post Mar-27-2004 18:05  Brazil
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zeeeeh
Supreme tranceaddict



Registered: Feb 2004
Location: Recife -PE

noooooossssssssssaaaa

unxi pow! q nd... cada um na sua! se a guria q pegar 10 notas de 100 reais! fazer um bolinho cilindrico de dinheiro e enfiar naquele lugar... deixa ela uai! cada um na sua... eu mesmo acho um absurdo, e como falou NicklessGuy... são pessoas vazia, tenho até pena delas no futuro, serão um bando de empresarios perturbados(se chegarem até lah neh...)!
e de fato eh um absurdo q eles sejam tão preconceituosos... mais num pudia esperar outro comportamento desse tipo de gente...

mai nossa! eu até topava participar de uma festa dessa! =P~ sem hipocrizia! qual o macho aqui q num queria ir pra pelo menos uma festinha dessa! mt mulé afim de farria! musica eletronica! e sem gastar um tustão...

Old Post Mar-27-2004 19:36  Brazil
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zeeeeh
Supreme tranceaddict



Registered: Feb 2004
Location: Recife -PE

ah lira!

precisa desse link naum pow... saiu uma repostagem na veja sobre duas garotas nos EUA q são bem desse tipo...

elas são herderias de uma das maiores redes de hoteis de nova york(poquin dinheiro...) mai a veja num fez uma reportagem tão pesada! mais da entender q o tipo eh o mesmo... se eu encontrar a veja q tem essa repostagem eu aviso...

Old Post Mar-27-2004 19:40  Brazil
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bzcfuzileiro
Senior tranceaddict



Registered: Nov 2003
Location: Praia do Francês, Brasil

aff nem hehe eu num iria pra uma festa dessa naum na moral... galera 100 noçaum vão se f*od*r, krai num vou desejar nada mas essas poha pode morrer q num vão fazer falta...


___________________
DeviantART: Fuzileiro


Versão original

=BZC= *Fuzileiro* - =BRAZUCAS= NÓS SOMOS O LIMITE [I.B.S./Age of Empires/Counter Strike/Need For Speed/Star Wars]

(reclamações tratar com Maaz ) ¬_¬

Old Post Mar-28-2004 14:09  Brazil
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aquarius_kasuia
tranceaddict



Registered: Nov 2003
Location: Campinas, São Paulo

tae o link original da matéria

http://noticias.aol.com.br/revista/...apa_baladas.pdf

Old Post Mar-28-2004 14:36  Brazil
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Lira
Ancient BassAddict



Registered: Nov 2001
Location: Brasilia, Brazil

Não tenho palavras


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Old Post Mar-28-2004 16:32  Brazil
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BRAZUKA
Oldschool Trance Lover!!!



Registered: Sep 2003
Location: Maceió, BRAZIL

q piada...

e o mais engraçado é ouvir algumas pessoas falarem "ah...mas não pode bater nos filhos pq eles fikam traumatizados..."

hahahaha...........manda essa minina pra ir morar com uma tia minha (fuz tah ligado kem eu to falando)......pra ela ver oq é bom pra vida hahahaha....

isso eh da criação....se eu fizesse 0.0000000000000000000000001% do q esse povo faz....meu pai, minha mãe ou ateh mesmo meu irmão me matava.

hahaha...


___________________
...

Old Post Mar-28-2004 16:43  Brazil
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Click here to listen to the sample!Pause playbackWay Out West - "Domination" (Mururoa Mix) [2004]

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