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Progressive House/Progressive Trance:
É um gênero razoavelmente velho, quando no meio dos anos noventa, o "Leftfield" denominou de house progressivo a mistura de house e trance que eles começaram a fazer (era uma união progressiva entre os dois estilos). Nisso, os produtores de trance também começaram a fazer músicas com elementos do house, o que resultou numa maciça houseficação do trance transformando-o em algo completamente diferente do que era antes (entro nesse mérito depois), e o trance progressivo também veio à tona. A diferença entre eles é bastante sutil, aliás. Com o tempo cê vai pegando 
Exemplos:
Sasha - Xpander
Leftfield - Open Up
Weekend Players - Into the Sun
Hard Trance:
É o que traduziríamos como trance pesado. Com uma batida mais forte e menos elementos do que o trance normal, trance pesado é um gênero que, pouco a pouco, tem perdido terreno pro hardstyle (que é simplesmente trance melódico com batidas mais fortes, ou seja, é algo pesado e leve ao mesmo tempo). Aqui vai exemplos de ambos estilos:
Hardtrance -> Embargo - Blackout
Hardstyle -> Blutonium Boy vs Dj Neo - Hardstyle nation
UK Hard House:
Toda vez que vier "UK" antes de "hard" é porque os gêneros bretões de música pesada tem algo em comum - eles são mais rápidos e mais frenéticos, mas não necessáriamente "pesados". É outro estilo que tem evoluído bastante, adotando vários elementos do trance mais antigo, tornando o estilo outrora "besta" em algo bastante interessante. Uma característica peculiar é que, como a maioria dos gêneros pesados, começou com menos elementos que o house normal, o que faz muitas pessoas questionarem a sua "housecidade".
BK & Nick Sentience - Noise
Cortina - The music is moving
Uplifting trance/Eurotrance:
Voltando à história do trance progressivo, vale a pena lembrar que a música passou por um grande processo de houseficação (o que era de fato o objetivo dos compositores de trance progressivo). Pois bem. Uma das vertentes da música house, o eurodance, tinha características bem carismáticas entre o público, como vocais predominantemente feminino (e as cantoras, por diversas vezes roubavam a cena e tinham mais atenção), sons de serra (é um som de formato peculiar /|/|/| ou algo assim) e a batida característica (o tuntstum ). Esse gênero, porém, teve sua decadência em meados dos anos 90, com o aparecimento de hits como "Robert Miles - Children" onde a melodia cativante do dance era usado instrumentalmente, tendo a ênfase de volta nos produtores (que era quem, afinal, fazia a música). Isso foi desenvolvendo e caiu no agrado do trance já adaptado ao house, com a diferença de que agora os produtores recebiam o mérito.
A diferença entre trance melódico e eurotrance é sutil. Enquanto no trance melódico a uma maior ênfase na produção (às vezes exagerada) se tornando algo mais calmo (pega qualquer coisa do Armin Van Buuren), e no eurotrance a ênfase é naquele clima feliz de festa (pega qualquer coisa da Lasgo) e, por motivos que não entendo, sofre algum preconceito (você vai ver muito gringo chamando isso de "cheesy"). Sinceramente, o estilo é divertido bagarai 
Tenho que ir dormir, eu deixo o tech-trance pro Jack 
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